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Ilha do Leite, Em­pre­sa­rial Al­bert Eins­tein
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Com o ob­je­tivo de bus­car me­lho­res so­lu­ções para seus cli­en­tes, Só­cra­tes Cha­ves Ad­vo­ca­cia e Con­sul­to­ria tem atu­ado obe­de­cendo aos mais ri­go­ro­sos prin­cí­pios éti­cos, sem­pre per­se­guindo a me­lho­ria con­tí­nua de re­la­ci­o­na­mento com seus fiéis cli­en­tes. Com ser­vi­ços per­so­na­li­za­dos, so­lu­ções ágeis e sim­pli­fi­ca­das. Além do âm­bito ju­di­cial, a banca tem atu­a­ção tam­bém nas es­fe­ras ad­mi­nis­tra­tiva e de con­sul­to­ria, sem­pre de modo a aten­der o me­lhor in­te­resse do cli­ente, que busca efi­ci­ên­cia e ce­le­ri­dade. Nesse sen­tido, im­porta des­ta­car a busca de so­lu­ções ne­go­ci­a­das, evitando-se o re­curso ao Ju­di­ciá­rio, e a atu­a­ção em Câ­ma­ras de Me­di­a­ção e Arbitragem.

A so­ci­e­dade é com­posta por pro­fis­si­o­nais com vasta ex­pe­ri­ên­cia de mer­cado e aca­dê­mica nos di­ver­sos se­to­res aten­di­dos, con­tando com equi­pes e par­ce­rias es­pe­ci­a­li­za­das. Ali­ando a ex­pe­ri­ên­cia na prá­tica com a ca­pa­ci­dade técnica.

A sede do es­cri­tó­rio fica em lo­cal de fá­cil acesso, pró­ximo aos prin­ci­pais ór­gãos pú­bli­cos fe­de­rais e es­ta­du­ais do Es­tado de Per­nam­buco.
A es­tru­tura dis­po­ní­vel en­volve uni­dade em Recife-PE, com tec­no­lo­gia de ponta, par­que tec­no­ló­gico com ser­vi­do­res de ponta, sis­tema de se­gu­rança da in­for­ma­ção e par­que de im­pres­são e di­gi­ta­li­za­ção de do­cu­men­tos, bi­bli­o­teca atu­a­li­zada, sis­tema de acom­pa­nha­mento pro­ces­sual, in­ter­net banda larga, cer­ti­fi­cado di­gi­tal, o que per­mite um con­trole to­tal dos pro­ces­sos de forma con­cisa e atual, além de um aten­di­mento ágil e eficaz.


No­vi­da­des

Frei Mi­gue­li­nho e a conta de luz dos cariocas

A Re­vo­lu­ção Per­nam­bu­cana de 1817 en­trou para a his­tó­ria pe­los seus ide­ais li­ber­tá­rios e ilu­mi­nis­tas. Uma das cau­sas ime­di­a­tas, po­rém, aca­bou es­que­cida. É que, a par­tir de 1808, com a mu­dança da fa­mí­lia real por­tu­guesa para o Bra­sil, so­mente o Rio de Ja­neiro ti­nha grau de ur­ba­ni­za­ção ca­paz de abri­gar os mo­nar­cas. Um dos di­fe­ren­ci­ais da ci­dade era a ilu­mi­na­ção pú­blica. Ocorre que os en­tão 40 mil mo­ra­do­res de Olinda e Re­cife ti­nham que pa­gar a conta para ilu­mi­nar as ruas em que João VI e seus pa­ren­tes caminhavam.

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Mesmo sem con­trato, Pe­tro­bras deve pa­gar royal­ties pela ex­plo­ra­ção em pro­pri­e­dade privada

A Pe­tro­bras terá de pa­gar pela ex­plo­ra­ção de pe­tró­leo em pro­pri­e­da­des pri­va­das no es­tado de Ser­gipe, mesmo sem ter con­trato as­si­nado com os pro­pri­e­tá­rios. O Su­pe­rior Tri­bu­nal de Jus­tiça (STJ) não co­nhe­ceu de re­curso in­ter­posto pela em­presa com o ob­je­tivo de re­ver­ter de­ci­são pro­fe­rida pelo Tri­bu­nal de Jus­tiça de Ser­gipe (TJSE), que de­ter­mi­nou o pa­ga­mento dos royal­ties.

(Con­ti­nue lendo)